André Fernandes Cardoso, odontologia.


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ARTIGO: A saúde agradece


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O mundo evolui e determina novas tecnologias, novos materiais, novos conceitos. Tudo feito para facilitar nossas vidas, muitos acertos, poucos erros, mas algo continua a persistir em alguns, o medo de ir ao Dentista. Talvez herdado de uma época distante, quando o tratamento ainda era pouco confortável, lento, dispendioso e pouco eficaz.

O fato é que ainda hoje existem pessoas, no mínimo, inseguras em tratar da saúde bucal, apesar das novas formas de tratamento muito mais rápidas, seguras, confortáveis e de menor custo. Importante salientar que, já faz alguns anos, a Organização Mundial da Saúde alertou aos quatro cantos que alterações na saúde dos dentes, gengiva e demais estruturas da cavidade oral podem refletir na saúde do restante do corpo.

Doenças crônicas como uma simples inflamação da gengiva ou mesmo um dente estragado poderão, a longo prazo, contribuir para o aparecimento das diabetes, cardiopatias, hipertensão e outras patologias em diversas regiões do corpo. Conclusão, ir ao Dentista não é só cuidar dos dentes, mas cuidar da saúde.

O velho hábito de só procurar o prossional quando houver dor ou algo estranho acontecendo (dentes quebrados, restaurações soltas etc.) além de tornar o tratamento traumático, normalmente aumenta o seu custo, quando teria sido muito mais simples e barato uma consulta feita anteriormente, independente do aparecimento de qualquer sintoma.

Consultar-se com o Dentista pelo menos uma vez ao ano, sendo o ideal de seis em seis meses, já evitaria uma série de aborrecimentos. Diagnosticar doenças da cavidade bucal no estágio inicial (gengivites, cáries e outras mais) não só facilita o tratamento, mas reduz o tempo na cadeira odontológica, diminuindo o stress, evitando-se possíveis procedimentos muito mais desconfortáveis (como cirurgias ou tratamento de canal) além de baixar consideravelmente os custos, mantendo a saúde geral do individuo.

Somente o Dentista é quem vai saber se realmente tudo está bem ou não. Às vezes, determinadas doenças, como a cárie inicial ou inflamações gengivais, passam despercebidas. Os tempos mudaram! Fique certo que os tratamentos odontológicos também. Mais simples, mais rápidos, confortáveis e com menor custo.

Faça regularmente pelo menos uma prolaxia, limpeza, com evidenciação da placa bacteriana, "a sujeira invisível", para avaliar a quantidade, qualidade e localização da placa de forma que o prossional possa orientar sobre como, onde e quando escovar os dentes e usar o o-dental. A prolaxia odontológica deverá ser feita sempre que se suspeitar de alguma alteração. Em condições normais não existem contra indicações para realizá-las, não existem prazos especícos, uma vez que as pessoas têm características diferentes uma das outras e somente o Dentista poderá sugerir o seu retorno. Torne o hábito da prolaxia tão corriqueiro quantos outros hábitos da nossa vida. Sua saúde agradece,e como diz a música: ”É preciso saber viver...”.